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05 março 2007

Descoberta bombástica envolvendo Matrix e Big Brother Brasil

Não, nosso nível etílico não está alterado. As informações aqui contidas são de fontes confiáveis e já foram confirmadas por várias pessoas.

Temos, inclusive, uma entrevista exclusiva com um participante do reality show Big Brother Brasil que participou desta 7ª edição do programa, afirmando que todos os relatos abaixo são verídicos. Tão logo consigamos a autorização da Rede Globo, postaremos este furo jornalístico.

Fonte de consulta: Se você ainda não assistiu Matrix Reloaded, leia, por favor, o diálogo entre o Neo e o "Arquiteto", clicando aqui.

DOS FATOS



Arquiteto:
A Matrix é mais velha do que você imagina. Eu prefiro contar a partir do surgimento de uma anomalia integral para a seguinte. Neste caso, esta é a sexta versão.


Neo:
Escolha. O problema é a escolha.


Arquiteto:
A primeira Matrix que eu projetei era evidentemente perfeita, uma obra de arte, impecável, sublime. Um triunfo equiparado apenas ao seu fracasso monumental. A inevitabilidade de sua ruína é tão evidente para mim agora quanto é uma conseqüência da imperfeição inerente a todo ser humano. Assim sendo, eu a redesenhei com base na história de vocês para refletir com maior precisão as variações grotescas de sua natureza. Todavia, mais uma vez, eu fui frustrado pelo fracasso. Desde então, compreendi que a resposta me escapava, porque ela necessitava de uma mente inferior, ou talvez uma mente menos afeita aos parâmetros da perfeição. Portanto, a resposta foi encontrada, por acaso, por outrem, um programa intuitivo, inicialmente criado para investigar certos aspectos da psique humana. Se eu sou o pai da Matrix, ela sem dúvida seria a mãe.


Neo:
Pedro Bial!


Arquiteto:
Oh, por favor... Como eu dizia, ela se deparou por acaso com uma solução por meio da qual quase 99,9% de todas as cobaias aceitavam o programa, contanto que lhes fosse dada uma escolha, mesmo que só estivessem cientes dela em um nível quase inconsciente. Embora esta resposta funcionasse, ela era óbvia e fundamentalmente defeituosa, criando, assim, a anomalia sistêmica contraditória, a qual, sem vigilância, poderia ameaçar o próprio sistema. Por conseguinte, aqueles que recusavam o programa, ainda que uma minoria, se não vigiados, constituiriam uma probabilidade crescente de catástrofe.


Arquiteto:
Há níveis de sobrevivência que estamos preparados para aceitar. Todavia, a questão relevante é se você está ou não apto para aceitar a responsabilidade pela morte de todos os seres humanos deste mundo.


Arquiteto:
É interessante ler suas reações. Seus cinco predecessores eram, por conta de seu projeto, baseados em uma mesma premissa, uma afirmação contingente responsável por criar um profundo vínculo com o resto de sua espécie, facilitando a função do Predestinado. Enquanto os outros experimentaram isto de maneira genérica, sua experiência é bem mais especial. Vis-à-vis, amor.


Arquiteto:
Humff. Esperança. Eis a quintessência do delírio humano, ao mesmo tempo fonte de sua maior força e de sua maior fraqueza.



DOS FATOS for dummies



Para quem não sacou logo de primeira, nós, a nível de enquanto prestadores de serviço, mastigamos um pouco mais o assunto, para não forçar a cabecinha de vocês.

Leia novamente o diálogo, porém, só considere as palavras em negrito. (ainda não está valendo, esse foi só um teste... podem desconsiderar a palavra 'negrito').

Arquiteto:
A Matrix é mais velha do que você imagina. Eu prefiro contar a partir do surgimento de uma anomalia integral para a seguinte. Neste caso, esta é a sexta versão.


Neo:
Escolha. O problema é a escolha.


Arquiteto:
A primeira Matrix que eu projetei era evidentemente perfeita, uma obra de arte, impecável, sublime. Um triunfo equiparado apenas ao seu fracasso monumental. A inevitabilidade de sua ruína é tão evidente para mim agora quanto é uma conseqüência da imperfeição inerente a todo ser humano. Assim sendo, eu a redesenhei com base na história de vocês para refletir com maior precisão as variações grotescas de sua natureza. Todavia, mais uma vez, eu fui frustrado pelo fracasso. Desde então, compreendi que a resposta me escapava, porque ela necessitava de uma mente inferior, ou talvez uma mente menos afeita aos parâmetros da perfeição. Portanto, a resposta foi encontrada, por acaso, por outrem, um programa intuitivo, inicialmente criado para investigar certos aspectos da psique humana. Se eu sou o pai da Matrix, ela sem dúvida seria a mãe.


Neo:
Pedro Bial!


Arquiteto:
Oh, por favor... Como eu dizia, ela se deparou por acaso com uma solução por meio da qual quase 99,9% de todas as cobaias aceitavam o programa, contanto que lhes fosse dada uma escolha, mesmo que só estivessem cientes dela em um nível quase inconsciente. Embora esta resposta funcionasse, ela era óbvia e fundamentalmente defeituosa, criando, assim, a anomalia sistêmica contraditória, a qual, sem vigilância, poderia ameaçar o próprio sistema. Por conseguinte, aqueles que recusavam o programa, ainda que uma minoria, se não vigiados, constituiriam uma probabilidade crescente de catástrofe.


Arquiteto:
Há níveis de sobrevivência que estamos preparados para aceitar. Todavia, a questão relevante é se você está ou não apto para aceitar a responsabilidade pela morte de todos os seres humanos deste mundo.


Arquiteto:
É interessante ler suas reações. Seus cinco predecessores eram, por conta de seu projeto, baseados em uma mesma premissa, uma afirmação contingente responsável por criar um profundo vínculo com o resto de sua espécie, facilitando a função do Predestinado. Enquanto os outros experimentaram isto de maneira genérica, sua experiência é bem mais especial. Vis-à-vis, amor.


Arquiteto:
Humff. Esperança. Eis a quintessência do delírio humano, ao mesmo tempo fonte de sua maior força e de sua maior fraqueza.


DAS OBSERVAÇÕES:



Após detalhada análise do conteúdo acima descrito, muita coisa ficou clara para todos nós:


  1. A Matrix é, na verdade, o Big Brother Brasil. (notem que na época do lançamento do filme, estávamos na sexta-versão do programa)

  2. O Arquiteto é, na verdade, o Boninho.

  3. Neo, continua sendo um mané, vestido de gótico, mas com óculos bacaninhas. (se ele fosse mais fortinho, loiro e de olhos claros, podíamos dizer que ele é o Diego/Alemão.)



Esperamos que, com essas declarassões declarações bombásticas, possamos alertar a todos sobre essa palhaçada. Continuamos com a análise, pois acreditamos existir mais mensagens subliminares escondidas nesta mórbida triologia.

Até a próxima,
Jack Bauer

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